Nokia n73 é f**a!
Depois de apanhar muito do openoffice (tanto 2.4.1 quanto do 3.00_m6), decidi experimentar o IBM Lotus Symphony – conjunto de aplicações de escritório de IBM. Diz a lenda que ele é baseado no OpenOffice 1.1.
A alma corajosa que tem vontade de ver como que ele funciona, precisa passar por diversos desafíos:
- Primeiro, é necessário baixar um arquivo de 300MB, passando por diversas páginas que pedem seu registro no IBM.
- Segundo, é necessário dar um jeito de instalar o arquivo auto-executável que vem com alguns problemas embutidos (por exemplo, mktemp usa alguns parâmetros que o meu ArchLinux não suporta.. Por isso precisei extrair os arquivos na mão – nada que less + awk não resolva
). - Finalmente, tem que instalar ele.
Bem, neste item 3 que começam os problemas. A aplicação inteira é em Java. Se você achava que o OpenOffice é lento (nota rápida – OpenOffice 3 é MUITO mais rápido que o 2.4!), você vai se delirar com o Lotus Symphony. Eu acho que ele foi o 1o software que conseguiu travar o meu asus g1s (core 2 duo 2.0, 3GB de RAM) por mais de 1 minuto só para se iniciar.
Logo após iniciar, ele conseguiu se confundir internamente, mostrando diversos exceptions na tela (não no log, no meio da tela mesmo!).
Testando ele com os arquivos do OpenOffice e Office, também não consegui muito sucesso. Os arquivos .DOC/.ODT ele abriu certo. Mas com as apresentações ele se confundiu feio. Perdeu toda a formatação, fontes, itens, etc.
Visualmente, a interface dele é bem diferente do OpenOffice, e é parecida com o StarOffice original (tem tipo um menu “Iniciar”, e todos os documentos ficam abertos em tabs). O lado bom é que ele tem um menu com ações mais comuns de lado direito – algo que faz falta no OpenOffice.
Na tentativa de fechar os tabs ou sair, ele deu diversos exceptions e permaneceu aberto, não querendo abandonar este mundo cruel e injusto
. Ele também é praticamente impossível de ser iniciado a partir da linha de comando – o comando para iniciar a aplicação é: /opt/ibm/lotus/Symphony/framework/shared/eclipse/plugins/com.ibm.productivity.tools.standalone.launcher.linux.x86_1.5.0.20080827-1548/IBM\ Lotus\ Symphony
Resumindo, depois dessa breve experiência negativa que eu tive com ele, acabei voltando para o OpenOffice 3 que estava usando. Ele tem seus problemas existenciais (não tem dicionários, não tem como definir a língua do documento de jeito “convencional”, documentos ODF que ele salva são parcialmente incompatíveis com o OpenOffice 2 e 1), mas pelo menos dá para usar ele sem precisar ficar treinando paciência.
Infelizmente, até agora o Office 2007 da Microsoft é o melhor ambiente de escritório que já usei
. Tirando Latex, é claro, mas aí já é outra história..
Cada vez mais e mais eu gosto dos recursos de programação funcional em python. E, como eu uso essa linguagem para resolver tarefas mais variáveis, não dá para não perceber que a velocidade de desenvolvimento e eficiência do código tornam-se cada vez melhores, por simplesmente aplicar técnicas de programação funcional.
Por exemplo, sem a programação funcional, eu usava o seguinte código antes para ler um arquivo com uma série de números, e determinar a média dos valores:
fd = open("data.log")
data = fd.readlines()
valores = []
le os dados
for line in data:
line_val = float(line.strip())
valores.append(line_val)
calcula a media
media = 0
for item in valores:
media += item
media /= len(media)
Re-escrevendo isso com técnicas de programação funcional, temos o seguinte:
le os valores do arquivo, transformando-os para floats, e ignorando strings vazias
valores = [float(val) for val in open("data.log").readlines() if len(val) > 1]
calcula a media, somando todos os valores e dividindo pelo número de elementos no vetor
media = reduce(lambda x, y: x+y, valores) / len(valores)
(É óbvio que é só um exemplo rápido, não estou tratando as excessões aqui, mas para resolver problemas simples do dia-a-dia é mais de que suficiente!)
O essencial são as funções lambda, map, reduce e filter. Todos os detalhes interessantes sobre esse estilo de programação eu achei aqui, e recomendo essa apresentação para todos!
Após roubarem o som do meu carro na semana passada, decidi comprar um novo (barato, que tenha só o mínimo do mínimo).
Para isso, procurei em alguns lugares, e decidi comprar no Submarino, por diversos fatores (entrega gratuita, compra pelo site, etc).
Chegou hoje o brinquedinho, mas, uns 15 minutos depois de instalar, o painel dele parou de funcionar. A música continua, os controles também, mas o painel está completamente apagado (é um Hyundai baratinho, caso alguém fique em dúvida
).
Éééééé… lei de murphy está me atacando novamente. Vamos ver se consigo trocar ele no Submarino..
Apareceu hoje:
[29716.863265] TCP: Treason uncloaked! Peer 125.46.3.227:17140/60001 shrinks window 2742629828:2742629837. Repaired.
Essa é melhor que lp0 on fire!
Uma hora de busca no google, 150MBs downloadeados, e o meu antigo N73 ME da vivo se transforma em um N73 ME de verdade (e.g., desbloqueado, e com todas as funcionalidades previstas!). (No meio deste percurso, deu alguns erros de firmware meio bizarros, mas nada impossível de contornar).
A VIVO tem um talento para estragar celulares bons com seu firmware de m***a. O meu celular anterior (motorola v3c) tive que desbloquear para ele ser útil, e o n73 – depois de 1 ano de uso – também.












