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Since I first heard about the filming of the Lord of the Rings movies, my life was almost divided into two stages: before I heard about it, and after that. The Lord of the Rings was the first book I read (at age 4 or 5, I don’t remember exactly), and I read it at least 50 times since that. So the waiting that movie was really, really expected.
After the last of the LOTR movies, I was a bit lost. There was no more need to wait for the next movies. I felt almost like ‘the cinema has got to its top, and I don’t think any other movie will entertain me, and allow me to go to the other worlds as the LOTR did’. For several years, I was waiting for the next LOTR movies like a child who is waiting for the Santa’s gifts at the end of the year. And suddenly I felt like all the wishes were fulfilled.
However, some new movies appeared and made me feel almost as when I was waiting for the Fellowship of the Ring, The Two Towers and The Return of the King – movies like the Spiderman series, The Jason Bourne series, the last episode in the Starwars movies (well, the 3rd episode to be correct), Pirates of the Caribbean, 300, the new Batman and The Dark Knight movies, and many others. However, most of those movies appeared before 2009, so I started the year thinking ‘oh my.. this year will be a really boring one, with nothing interesting to watch’.
Well, to sum it in a few words.. I was completely wrong. The year of 2009 brought me a lot more excellent movies that I could possible hope. Just to name a few: Watchmen (until the very end of the year, I thought it would be simple the best movie in a long long time), 500 Days of Summer, Zombieland, Terminator Salvation, Inglorious Bastards, Taken, Star Trek, Pandorum (almost-the-best SciFi movie in a long long time), District 9, and many many others. I have to say that all those movies were great, and left a mark in my memories.
And then Avatar came and put them all into the background.
I already expected a lot from this movie, and also was quite afraid that it would not live up to the expectations. However, I had a lot of trust in James Cameron – the cinema magician who created Terminator, Aliens, True Lies, Abyss and Titanic.. and he made yet another cinema miracle. In my opinion, Avatar is the biggest happening in the cinema world of this decade. And it is specially true for the ones out there who happen live some part of their life in different worlds – worlds created by writers, cinema guys, or RPG games.
The writers manage to create great worlds, and make you believe that they are real in your mind. Role-playing games put you in those worlds, and make you part of it. But with Avatar, James Cameron was the first guy to in fact create a different world, and let us to live in it for a while. That world feels so real, that you forget about all the computer-generated graphics, effects, and a (few) plot holes, so you just lose a few hours of your real life to spend them on Pandora.
So, to sum it all up – if you haven’t done it yet, go watch Avatar – and, if possible, watch it in 3D. You’ll probably feel the same feeling as the people in the beginning of the past century had, by watching the first movies ever.
I think that resumes pretty much everything I have to say about it
.
Usp finalmente colocou a minha tese na net! Uhuu!
Para quem quiser mergulhar numa aventura emocionante, conhecer as teorias, mitos e lendas do Grande Caos, comparar a sua inteligência com a artificial, e participar de uma busca dinâmica afim de e averiguar a verdadeira autonomia de computação, sintam-se convidados a se escalar nessa jornada!
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/55/55134/tde-05082009-205709/
Ééééé, mais um ano está se acabando..
Nesse em particular aconteceram muitas coisas comigo. E, seguindo a tradição dos últimos anos, só posso falar duas coisas:
– A cada ano parece que o tempo passa mais e mais rápido
– Todos os planos feitos no começo do ano acabam se transformando de forma inacreditável
.
Bem, alguns dos destaques de 2008, que logo-logo vai ficar no passado:
- Encontrei a Vanessa (sem dúvida alguma uma das coisas mais legais de 2008
)! - Fui para Salvador no carnaval. Foi uma experiência única e inesquecível
. - Saí da mstech, depois de 5 anos lá. Aprendi muito lá, fiz diversos projetos interessantes, achei amigos para toda a vida e cresci muito. Mas chegou a hora de procurar novos desafios..
- Adiantei de forma inacreditável as coisas do doutorado. Se no fim do ano passado eu não sabia nem para onde ele estava indo, e hoje posso falar que o projeto está praticamente terminado, e é um projeto BOM.
- Entrei para Mandriva. Para mim isso é particularmente interessante – estou mexendo com Linux já faz mais de 10 anos, mas nunca trabalhei em nenhum lugar que trabalhasse diretamente com software livre.
- Realizei diversos projetos para Intel (com ajuda do Paulo, é claro).
- Li mais de 300 livros no meu N800. Encontrei diversos livros que realmente marcaram a minha vida e fizeram pensar nela.
- Conheci diversas cervejas diferentes (novo hobby), e comecei a “degustar” vinhos bons. Casillero Del Diablo, de 2007.. hummm…
- Consolidei o meu hobby de fotografia. Algumas fotos receberam milhares de visitas, algumas centenas.. Mas, observando as fotos antigas e comparando com as de hoje, consigo notar o meu crescimento pessoal nitidamente.
E muitas outras coisas.
De forma geral, 2008 foi bom. Corrido, mas bom. Vamos para 2009 agora!
Finalmente dei uma limpada geral no meu orkut, removendo todas as pessoas desconhecidas ou estranhas.
O interessante é a evolução dele (no caso, com o meu perfil).
Em 2004, só tinha gente conhecida nele (em torno de umas 250 pessoas).
Em 2005, uns 80% das pessoas no meu profile foram as que me encontraram e adicionaram (e delas, só uns 30% mandou alguma mensagem sequer um dia) (chegou a 800 pessoas o meu perfil).
Em 2006, fiz uma limpeza, removendo as pessoas que nunca responderam nenhuma mensagem nem mandaram (chegou a 500).
Em 2007, chegou a temporada de SPAM, com bilhões de perfis falsos e propaganda. E muita gente (desconhecida e conhecida) acabou desencanando dele e saiu (em torno de 450 pessoas).
Em 2008 (i.e., agora), só tem pessoas conhecidas nele (350 pessoas).
O que eu tiro como conclusão disso? Em 4 anos, o orkut me ajudou a achar 100 novos amigos (digo, pessoas com quais eu converso, e que são especiais para mim). Tá certo que boa parte delas eu conheci na vida real, mas… o orkut ajuda a manter amizade apesar de distância e tudo.
Conversando hoje com J.F. e P.C. (nomes foram escondidos propositalmente
), chegamos na seguinte conclusão:
MULHERES SÃO IGUAIS AO Linux
E é muito fácil provar isso! Vejam só:
- Ambos mostram mensagens crípticas, difíceis de entender, porém essenciais.
- Se você não prestar atenção nestas mensagens, freqüentemente pode levar um “Oops”!
- Se você não prestar atenção mesmo assim, isso vai acabar dando um panic. Kernel panic, para ser mais exato. Ou seja, f***u.
- Embora o kernel é o mesmo, as distribuições variam bastante (cor de cabelo, gostos, cor de sapato + cor de cinto, etc).
- Essa variação torna-se ainda mais visível se a gente considerar os skins que elas gostam de aplicar! (“Cabelo vermelho + sapato preto hoje; cabelo loiro + sapato verde amanhã..”)
- Elas podem ser de mais diversas configurações e opções (tem as que gostam de cálculo (hehe, não resisti), tem as que gostam de dançar, tem as que fazem até computação…)
- As mensagens que elas demonstram são quase sempre indecifráveis, e você precisa de um man para entendê-las. Err… bem, pensando melhor, no caso do Linux é mais fácil..
- Geralmente elas suportam todos os dispositivos presentes no mercado, porém cada variação do seu próprio jeito.
- Elas tem interfaces-padrão de entrada-e-saída.. (acho que vou apanhar depois dessa)
- Se você der um reboot nelas sem dar um sync antes, com certeza vai ter problemas!!
- A facilidade para instalar novos pacotes (bolsas, sapatos, vestidos) é impressionante!! (Por outro lado, alguns pacotes dão conflitos que demoram um tempo significativo para resolver).
- Elas criam processos-filhos… (essa foi péssima.. hehe)
- A interface gráfica é facilmente customizada, as vezes até demais…
- Você precisa conhecer um bilhão de comandos para fazer funcionar do jeito eficiente, e conseguir o que você quer.
- Elas tem tratamento padronizado para o protocolo ICMP PING (“psiu!!”)
- Elas suportam diversos aliases para os comandos mais variados. Alguns inclusive podem resultar em efeitos opostos do que você pensava.
- Elas geralmente estão por trás de qualquer grande projeto
. - Existem diversos bugs que precisariam ser tratados nas versões mais atualizadas…
- Elas conseguem conversar entre si em protocolos de mais baixo nível (as vezes eu acho que é mais fácil entender a saída binária do tcpdump de que a conversa de duas mulheres sobre a moda…)
- Elas tem diversas aplicações que fazem mais-ou-menos a mesma coisa (alguém pensou mozilla, firefox, epiphany, galeon, opera e konqueror para navegar na net? nada a ver, eu pensei simplesmente nos 0×208308 sapatos que tem no armário..)
- e finalmente, para concluir:
- VOCÊ NUNCA CONSEGUE ENTENDER O SISTEMA INTEIRO!
- (se você entende, é porque você é o vi.. hehe)
Continuando a temporada de lançamentos, nesse fim da semana saiu Firefox 3 RC1. Com isso, podemos dizer que nas próximas semanas (de acordo com o cronograma de Mozilla), vamos ter a versão final do Firefox 3.0.
Eu estou usando ele desde o fim do ano, nas versões conhecidas como “nightly” (com codenome “minefield“) – são as versões compiladas diariamente. Isso tem lados positivos e negativos – entre os positivos, o desempenho dessas versões geralmente é significativamente superior ao das mais oficiais. Entre os negativos – vire e mexe algo para de funcionar (por exemplo, gmail, acentos, teclado, etc, etc). Mas em geral eu gostei da experiência que eu tive com os nightlies.
Porém, recentemente – já faz aproximadamente 1 mês - ele tem 2 problemas extremamente irritantes:
- O acesso ao chrome (i.e., páginas “internas” do browser) foi desabilitado. Com isso, extensions como yardvark (para remover partes das páginas – tipo banners, fontes ilegiveis, etc) e webdeveloper (caixinha mágica dos web-developers
) pararam de funcionar. Enquanto o webdeveloper – de acordo com o site do seu criador – ainda tem esperança, o outro aparentemente não vai ser atualizado no futuro previsível… - Os atalhos (alt-número) para trocar de tabs pararam de funcionar de vez no Linux. Isso é mais de que irritante. Inclusive eu achei o commit que quebrou isso, mas, apesar da minha experiência com o código do mozilla, não estou nem um pouco animado a mexer com isso.. hehehe
Mas, fora isso, o desempenho dos nightlies é mais de que suficiente, e qualidade de renderização também.
E, por falar em desempenho.. Acredito que muitos já perceberam que o Firefox para windows ganhou um speedup de até 4x na renderização de páginas, javascript, e funcionamento em geral. Tudo isso foi possível graças ao PGO (profile-guided optimizations) – técnica nova que apareceu nas últimas versões do GCC (junto com uma multidão de problemas, o gcc também trouxe coisas boas nas versões mais recentes
). Entretanto, só versões para windows são compiladas com esse suporte; as de Linux não.
Eu tentei dar uma chance a essa técnica – já que o Arch Linux, que estou usando no último ano-e-pouco, tem facilidade muito grande para criação de pacotes otimizados. E, realmente, a diferença de desempenho é MUITO grande. Não vou colocar nenhum benchmark nem nada aqui, só a minha opinião subjetiva. E ela é:
LIGUE JÁ O PGO!
hehehe.
(se você quer ver um benchmark, dê uma olhada aqui por exemplo -Firefox 3 ainda mais veloz | Open Mania).
E é isso. De forma geral, o firefox 3 parece ser muito melhor que o 2, vamos esperar o release final!
Todas são originais e recém-inventadas. Se quiserem divulgar, fiquem a vontade!
- porque um bit se perdeu na floresta? porque não levou o bitmap
- porque Deus criou o mundo em 7 dias? para caber num byte
- porque os processadores antigos não eram coloridos? porque não eram multi-core
- qual é a bebida favorita dos administradores de rede? ping
- como o programador dá descarga? ele chama flush()
- porque o programador foi na imobiliária? alguém quebrou o pipe dele
- porque o programador foi na imobiliária? para alocar uma casa
- onde o programador fica bronzeado? no Solaris
- quem inventou a WWW? o Homem-Aranha
- onde foi criado o Java? na Bahia
- qual é o cúmulo da calma? jogar paciência em Java
- qual é o software favorito na bahia? screensaver
- depois dos 7 primeiros dias o Deus disse: “hello, world”
- qual é o nome do cachorrinho do programador? FIFO
- e qual é a raça? fila
- como programador fecha a casa? </home>
- como o programador entra em casa? cd
- que que tem no guarda-roupa de um processador? 38 meia
(redes neurais e algoritmos genéticos):
- que que um neurônio faz no tempo livre? dorme na rede neural
- porque uma rede neural cresceu? porque os neurônios ficaram excitados
- e porque a rede não respondeu nada? porque os neurônios ficaram inibídos
- quais atividades físicas cromossomos exercem? fitness
- quem criou a TDNN? Walter Mercado
- e qual foi a primeira saída dela? Ligue Yá
- porque a MLP aprende devagar? porque ela fica pensando “\eta…. \eta….”
LaTeX:
- que que um cachorrinho faz quando encontra o dono-programador? \lambda
Novas:
- que que o programador faz nas férias? vai surfar nas wavelets
- como o programador abre um livro? ele faz um unfolding
- como o programador se reproduz? ele faz um fork()
- que que um doutorando falou depois de defender? agora PhDeu!
Comentários? Sugestões?
(Eu sei que pós-graduação deixa sérios traumas psicológicos
).
Atualizei o meu n800 para o maemo os 2008. E voltei a usar ele para coisas da internet, alem de só ler livros. Last.fm ficou espetacular, e gmail com imap tambem. Agora o fbreader ficou muito mais lento e problemático…
É impressionante.. Tem mais de um ano ja o bixinho (o n800, digo), mas parece novo!
Acabou de sair a versão beta do OpenOffice 3.
Muita gente já escreveu sobre isso, com opiniões variando entre “é a salvação do universo” e “e daí??”; agora eu queria falar a minha opinião, que não é nenhuma das duas.
Primeiro, vamos relembrar um pouco a situação como ela estava a alguns poucos anos atrás (vou comparar a evolução do OpenOffice com o Microsoft Office… porque todos os outros pacotes de Office, seja de IBM, de Corel, da SUN, ou de qualquer outra empresa perdem significativamente para o próprio OpenOffice. Temos o Google Docs, mas, obviamente, é um caso a parte!).
Na época que não tinha OpenOffice 1.0, e só tinha os milestones que – com muita sorte – até funcionavam e abriam alguns (poucos e seletos) arquivos do office. Você acha que o OpenOffice hoje em dia é lento?? Ha-ha. Instale algum dos milestones antigos – ou o 1.0 mesmo para ver a diferença. A maior vantagem dessas primeiras versões é que era possível abrir e editar uma grande parte dos arquivos de Microsoft Office. Obviamente, não todos, mas muitos. Nem isso não era possível antes (abiword? koffice? staroffice, siagoffice? prefiro não comentar).
A versão 1.0 foi um marco gigante – foi uma versão estável (na medida do possível), multi-plataforma, completamente livre e que abria a maior parte dos documentos existentes. Mais uma vez – não absolutamente todos, mas a grande maioria. Abrir lentamente, com interface diferente, com diversos problemas de layout, posicionamento e funcionamento, mas.. ela funcionava!
A versão 1.1 melhorou significamente o problema de desempenho, e essas melhorias continuaram com todas as versões posteriores. Versão 2 (e suas sub-versões) introduziu nova interface, suporte a ODF e desempenho muito melhor. E logo-logo vamos ter a versão 3.0.
O que é possível notar nessa evolução das versões?? Primeiramente, o número de reclamações caiu significativamente! Vejamos:
- Interface diferente: com o lançamento de Microsoft Office 2007 esta reclamação perdeu completamente o sentido. OpenOffice é muito mais parecido com as versões antigas do Office de que o próprio software de microsoft…
- Suporte incompleto a documentos de office: por mais reclamações que é possível encontrar sobre isso, tem que aceitar que o número de problemas de compatibilidade decresceu absurdamente nos últimos anos. Antes era sorte ter um documento .doc(.ppt, .xls) que abriria corretamente no OpenOffice. Hoje, em contra-partida, é difícil achar um documento com problemas. Chega a casos curiosos, onde OpenOffice consegue abrir documentos que travam o próprio Microsoft Office
, e a própria Microsoft assume isso (obviamente, não publicamente
). - Desempenho inadequado: esta afirmação também perdeu o sentido ao avaliarmos o Microsoft Office 2007.
- Falta de funcionalidades: o OpenOffice ainda não implementa todas as 100% das funcionalidades que o Microsoft Office oferece. Porém… você conhece alguém que usa TODOS os recursos do Word?? Pois é, as funcionalidades já presentes são mais de que adequadas…
- e assim por diante..
Qual é a conclusão que dá para tirar, avaliando as versões atuais de OpenOffice??
Elas já oferecem todas as funcionalidade que a absoluta maioria dos usuários precisam. Nem sempre do jeito idéntico ao Microsoft Office; nem sempre com a mesma interface; e nem sempre com todas as variações, mas oferecem!
E quanto a desempenho.. Seguindo os conselhos básicos localizaveis facilmente no google (desligar java, diminuir o cache, diminuir o uso de memória; otimizar o carregamento; desativar funcionalidades avançadas, etc) é possível melhorar o tempo de execução inicial em mais de 10x, e uso de memória em mais de 4x (eu comprovei isso com projetos que fizemos com Intel e Ardence em 2004-2005; inclusive tem até publicações da Intel sobre isso – as de Ardence continuam sendo sob n.d.a. até onde eu sei
). Mas, se alguém tiver curiosidade, fiquem a vontade para perguntar por aqui mesmo!
Bem.. passando por esta introdução pequena
, o que vamos ver na nova versão de OpenOffice?
- Suporte a Mac OS X – bastante interessante, porque vai ser possível rodar o OpenOffice em cima de MAC sem precisar de servidor X.
- Suporte a ODF 1.2 e OOXML – preciso falar alguma coisa??
- Suporte a PDFs editáveis – conhece algum outro escritório que permite isso?
- Suporte a macros em VBA – uma das maiores limitações atuais foi a execução de macros voltados para Microsoft Office. Não mais.
- Suporte a extensions – extensions fizeram do firefox o browser tão popular o quanto ele é hoje em dia. Enquanto plugins para OpenOffice existem já faz alguns anos, nunca foi simples ou intuitivo instalar e usar eles. Acredito que agora isso vai ser resolvido definitivamente.
- Melhor suporte a multi-midia – suporte a reprodução de sons em background, suporte a múltiplos monitores, melhor suporte para CSV, HTML, melhor na renderização de fontes; melhorias na edição de imagens, e assim por diante. A lista é grande.
- Novas funcionalidades – novas possibilidades relacionadas a planilhas, formulas, gráficos, renderização de páginas WEB, etc
- e muitos outras melhorias menos significativas
O que dá para extrair de tudo disso? É simples – o desenvolvimento do OpenOffice é feito de forma evolucionária, e não revolucionária. O que acontece é que ele fica melhor e melhor gradativamente, e não visa fazer milagres de uma hora para outra. É bom isso? Sim, porque é possível ver o que podemos esperar das próximas versões. Isso tem lados negativos? Claro, porque sempre vamos ver comentários do tipo “office não está evoluindo”, “versão 2 é parecida com 1″, “microsoft é mais diferente”…
O resto vamos ver logo, na versão 3.0 do OpenOffice
.
Só um pequeno resumo de vantagens e desvantagens de sistemas de controle de versões distribuídos que eu já cheguei a usar.
- SVN + SVK – parecido com SVN, tem os mesmos problemas que ele (cria um monte de diretórios, etc). Na minha opinião, não tem muito uso prático – é melhor usar soluções distribuídas mesmo (bzr, git ou mercurial), porque todas elas tem gateways para SVN propriamente dito.
- BZR – acho que é o meu favorito para a maioria das coisas. Facil de usar (o mais fácil de todos, na minha opinião), rápido – principalmente nas últimas versões, extensível. Os meus maiores problemas com ele foi o desempenho (que foi resolvido na versão 1.0), e o tratamento de arquivos binários grandes – ele fazia questão de colocar o commit inteiro na memória, em formato ASCII ainda. Ou seja, para fazer commit de 100MB ele usava 2GB de RAM. Mas aparentemente, isso foi arrumado recentemente.
- GIT – extremamente poderoso, rápido e eficiente.Em contra-partida, ele tem milhares de comandos, sub-comandos, parâmetros e opções. Se você aprender tudo com ele, ele é o melhor. Entretanto, eu vivo me perdendo na hora de fazer coisas mais complexas (tipo, fazer um cherry-pick de um repositório remoto em um branch diferente). Por outro lado, só ele que permite fazer cherry-pick de forma fácil (para quem está por fora – cherry-pick permite você pegar um commit independente e embutir ele em outro branch. Se isso não fez sentido para você, provavelmente você não precisa dele
). A melhor coisa do GIT para mim é o suporte dele para multiplos branches locais, no mesmo diretório. E a velocidade, é claro. Porém, a complexidade dele acaba complicando demais a vida as vezes. - Mercurial – parecido com o BZR e GIT. Atualmente suporta branches e cherry-picks também (de forma diferente). Ele suporta queues de patches também nativamente – mas, como nunca precisei disso, não posso falar muito detalhes. Fora isso, nunca cheguei a mexer muito com ele (mas, para quem tiver interesse, tem um tutorial interessante aqui). A escolha entre ele, bzr e git muitas vezes é questão de religião mesmo
. - DARCS – bastante interessante, e diferente de todos os outros sistemas. Basicamente, todo o mecanismo de commits e diferenças entre versões dele é baseado em filas de patches, aplicados em determinada ordem. A filosofia dele também é parecida com GIT – ele visa manter controle do conteúdo, e não da estrutura de versões. Isso tem lados bons (o mesmo conteúdo pode migrar de um lugar para outro – arquivo, diretório, etc) e ruins (se alguém fez essa migração, você não vai ter controle exato sobre o que foi feito).
- GNU ARCH – acredito que hoje em dia ele tem mais interesse histórico de que prático. Muito mais complexo de usar (se bem que, comparando com GIT, acho que dá uma briga boa). As ideias dele são utilizadas em outros sistemas de controle de versões distribuídas, mas ele em si – pelo que eu sei – está parado. Eu cheguei a usar ele faz alguns anos, mas desisti logo devido à complexidade dele.
- MONOTONE – também em desuso nos últimos tempos, o MONOTONE serviu como inspiração para GIT. Fora isso, nunca vi ninguém usar ele, então não tenho opinião formada sobre ele.
Além disso, tem diversas outras soluções caseiras (com svn, cvs (eca..), etc) que fazem a mesma coisa que DRCS’es usando algumas gambiarras (hehehe). Mas eu fico entre BZR e GIT na maioria dos casos.
Para continuar a tradição antiga de “dicionários” (iniciada com o dicionário de SPAM), aí vai mais um dicionário. Desta vez, vamos ver como entender o que o CEO fala:
- A gente decidiu continuar como empresa grande (“por mais que a gente tentou, todos os nossos projetos de crescer falharam”)
- Estamos conversando com diversos patrocinadores (“nenhum dos que a gente conversou quer dar $$$ para nós)
- E quando a gente se tornar o novo Google (“Os meus sonhos eróticos foram trocados por essa frase”)
- O ano que vem será decisivo (“Estamos falando isso faz 5 anos, uma hora tem que dar certo!”)
- Estamos pensando vender a empresa por 100 milhões (“Os outros conseguiram, eu li na Internet! Porque que a gente é pior? Pena é que estamos no pequeno prejuízo constante, mas..”)
- Nós podemos vender a empresa por 10 milhões facilmente, mas queremos crescer um pouco mais antes (“Eu li em alguma revista que alguém vendeu uma empresa parecida por 10 milhões, e tenho fé que conseguimos também! Só trabalhar um pouco mais no prejuízo sobre a grandeza do qual eu também menti na pergunta anterior..”)
- O mercado não estava pronto antes, mas agora temos uma oportunidade única (“Estávamos fazendo algo completamente inútil por 5 anos, e de repente apareceu algum tonto querendo comprar!”)
Em poucas palavras, dá para fazer um dicionário de como conversar com um CEO:
- Divide todas as palavras, promessas por 10, e depois por 10 de novo, para chegar perto da realidade.
- Avalie o sucesso da empresa pelo lucro e prejuízo (idealmente, avaliando o relatório financeiro completo e plano de trabalho), e não pelo que o CEO diz.
- Se o CEO diz “com certeza”, leia isso como “talvez”. Se ele diz “provável”, leia isso como “só por um milagre”. Se ele fala “talvez” então, nem com milagre
.
Original aqui: http://victorronin.com/2008/04/19/molochnye-reki-i-kiselnye-berega/
Teoricamente, quando um site disponibiliza um artigo em uma língua, e oferece tradução dele para inglês, os dois deveriam falar a mesma coisa?
Na teoria, sim. Agora na prática..
Achei uma notícia sobre Classmate PC na Rússia hoje, num site russo, na versão em russo e em portugues.
Esse é o conteúdo da versão inglesa (http://webplanet.ru/english/2008/02/07/intel_rus_en.html):
Intel announced today it is giving 2500 Classmate PC to schools in Russia in terms of Intel World Ahead program. Another 500 arriving at Ukrainian schools and 300 at schools in Kazakhstan. Last year Intel was seeking Russian government’s support for another part of its global initiative, targeting school teachers. Its educational program on how to use technology in study process was presented in June 2006 at the economy forum in St.-Petersbourg. At the same time Intel’s ground in Russia was attacked by AMD, which claimed its competitor doubled governmental expends on hardware ever purchased for federal needs. With 1 mln Asus Eee PC bought for Russian schools last year by Deripaska’s charity fund, Intel’s Classmate PC action might be either a miserable PR effort or a give-2500-get-a-federal-order demo.
E essa é a versão russa, com a minha tradução (http://webplanet.ru/news/gadgets/2008/02/07/intel_rus.html):
Hoje se deu início o novo programa filantrópico da Intel, que oferece notebooks ultra-baratos Classmate PC gratuitamente para os estudantes de Rússia, Cazaquistão, Ucrânia e Azerbaidjão. Em 2008 as escolas de Nizhnii Novgorod, Novosibirsk e Yaroslavl irão receber 2500, as escolas de Ucrânia – 500, e as de Cazaquistão – 300 computadores.
A cerimonia de abertura de ação filantrópica de bondade nunca vista antes se resumiu à entrega de 86 dispositivos para a escola número 8 na cidade Kstovo, perto de Nizhnii Novgorod. Nizhnii Novgorod, por sua vez, é uma das cidades favoritas da Intel – os funcionários da empresa serão localizados no parque tecnológico da cidade, “Ancudinovka”.
“A corporação Intel visa investir mais de 1 bilhão de dólares até 2010 para a realização da sua programa global Intel World Ahead, cujo objetivo é disponibilizar as tecnologias mais recentes e novos meios de educação para a população dos países sub-desenvolvidos no mundo inteiro” – isso é o que diz o press-release da empresa. Lembramos, que a Intel visa também ensinar os professores a usarem as tecnologias computacionais no processo de ensino primeiro (link para uma notícia que fala que o TTF da intel não teve sucesso na Rússia nos últimos 2 anos). É provável que esta iniciativa de “agradar” previamente o governo com as máquinas ultra-potentes poderá deixar os funcionários do governo, já amigos da Intel (link para um notícia que diz que, na compra de equipamentos de Intel, o governo perde entre 30% e 50% de dinheiro devido à fraudes e lavagem de dinheiro), deixando-os mais felizes ainda. Isso se torna mais interessante ainda, visto que tais funcionários são diretamente responsáveis pela realização de iniciativas zombificantes da Intel.
Também é interessante lembrar a história do surgimento do notebook “para crianças” da Intel. Por muito tempo a empresa estava competindo com a iniciativa de “um notebook por criança” (OLPC), frustradamente tentando vender os seus notebooks baratos no Brasil, sem nenhum sucesso. Devido a essas iniciativas, ela conseguiu entrar na lista de grandes empresas de TI que suportam o OLPC (link para notícia que conta que a Intel entrou para o projeto OLPC com o objetivo de tirar AMD do mercado).
Menos de seis meses depois, a Intel novamente brigou com o fundador de OLPC (link para a notícia que conta a notícia do desentendimento de Intel com OLPC), e saiu do projeto devido às acusações do Negroponte de que a empresa está tentando lavar o dinheiro com as ações filantrópicas (porém, alguns dias depois, a Intel foi implorada a voltar novamente para OLPC). O motivo principal do conflito foi o fato da Intel, além de participar de OLPC, estava vendendo os seus Classmate PCs por preços deliberados. E, logo no fim do janeiro, a empresa mudou o nome do notebook “educacional” para MiLeap X, e começou a vendê-los na India (link para notícia) – onde o governo rejeitou o OLPC, e, no lugar de milhões de computadores, comprados com o dinheiro do governo, no país chegaram apenas as demonstrações gratuitas.
Lembramos também que a Rússia recebeu uma oferta de venda de 1 milhão de computadores baratos Asus EEE (link para a notícia, que conta que os computadores serão comprados por US$ 199 cada um, sendo patrocinados por um fundo de investimentos, sendo que os primeiros 50k computadores serão entregues aos professores ainda nesse ano. Artigo também fala que a Rússia rejeitou o projeto OLPC, sendo que ele está parado já faz mais de um ano).
Tudo a ver…
Mais um texto no Camelo da Sibéria!
Esses dias que o meu animo ficou oscilando entre 100% ”
” e 100% ”
” lembrei do algo que eu pensei já faz alguns anos.
Não adianta ficar ”
” pelas coisas que já foram, ou podem acontecer no futuro. Elas não estão aqui.
Não adianta ficar ”
” pelo passado – ela já foi. Se você fez algo, ou deixou de fazer, não faz mais diferença agora. Não tem porque se arrepender das coisas que não tem como voltar atrás. Ahh, como eu queria ter um CTRL-Z, Save e Load game na vida… Mas, por outro lado, se eu pudesse voltar e desfazer todas as coisas erradas, eu não seria a pessoa que estou hoje.
Não adianta ficar ”
” pelo futuro – ele ainda não existe. Ele pode existir ou pode não existir, não da para saber disso a priori.
O que importa é fazer o que você acha certo agora. O passado já foi, mas o futuro está sendo feito agora. E quem está fazendo ele é você, agora, neste exato momento.
Faça o que acha certo, e acontecerá o que deve acontecer.
É isso
.
Realmente, quem passa no IELTS sabe inglês. Nunca vi teste mais completo (e caro)… IELTS









